DOCUMENTOS

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Teses Região VII - Universidade

Tese Construindo a Base:
Elementos de discussão do Movimento Estudantil de Serviço Social

UNIVERSIDADE


Hoje vivemos o momento neoliberal, sendo pautadas as ideologias do pós-modernismo. Este discurso tenta destruir todas as conquistas que a classe trabalhadora conseguiu, defendendo a idéia do “Faça a sua parte!”. É a partir de, por exemplo, organizações sociais em substituição ao papel do Estado na privatização do serviço público como as ONGs, que a construção do pós-modernismo torna-se real. Adiciona-se a isso o mito da inexistência divisão de classe na sociedade. A recente crise do capital mostrou que o governo brasileiro fez a lição de casa muito bem, as manobras realizadas pelo Estado visam sempre garantir a manutenção do poder da classe dominante e do capital. Neste contexto, a educação mais uma vez foi usada para atender os propósitos da burguesia, ganhando definitivamente caráter de mercadoria.
A reforma Universitária e o PROUNI vêm reforçar a idéia de Estado mínimo, a privatização do ensino e o sucateamento das universidades públicas crescem significativamente nos últimos anos, e as universidades privadas são as mais beneficiadas nesse processo de precarização do ensino, pois em sua maioria não estão interessadas na qualidade da formação, mas sim na geração do exército de reserva para o capital. O “boom” das mega universidades que ganham o mercado com marketing, e tratam a educação como uma mercadoria, traço que se torna gritante com a especulação até em bolsas de valores, mostra a face mais cruel do projeto neoliberal, pois são os estudantes trabalhadores que são prejudicados com o falso acesso ao ensino superior. O EAD (Ensino a Distância) é mais uma forma de massificar a formação e aumentar o acúmulo de capital, dentro da lógica capitalista.    
“A Reforma do Estado brasileiro pretende modernizar e racionalizar as atividades estatais, redefinidas e distribuídas em setores, um dos quais é designado Setor dos Serviços Não-Exclusivos do Estado, isto é, aqueles que podem ser realizados por instituições não estatais, na qualidade de prestadoras de serviços. O Estado pode prover tais serviços, mas não os executa diretamente nem executa uma política reguladora dessa prestação. Nesses serviços estão incluídas a educação, a saúde e a cultura...”
Marilena Chauí
Na ditadura, o número de vagas em universidades era irrisório frente à necessidade de formação dos filhos da classe trabalhadora. Desde então a luta pelo ensino público, gratuito, laico e de qualidade para todos é uma das pautas principais do Movimento Estudantil. Aqueles que lutavam pela democratização, acesso e ampliação do ensino superior, de forma progressista, foram duramente perseguidos pela ditadura militar.
Hoje, cabe também falar das questões que atingem diretamente as Universidades Públicas, como a parceria com empresas privadas para a realização de pesquisas, a eliminação do regime único, do concurso público e da dedicação exclusiva do trabalho dos professores, substituindo-os por “contratos flexíveis”, isto é, temporários e precários.
A precarização da educação e o descaso do Estado estão relacionados ao projeto neoliberal, que terceiriza todos os setores sociais e fragmenta a classe trabalhadora e enfraquece os movimentos sociais populares, em contraposição ao movimento do capital, com o acúmulo dos banqueiros. O mercado competitivo exige mais dos trabalhadores; a universidade para muitos significa uma ascensão econômica e inserção profissional no “mercado”. As universidades privadas prestam esse serviço ao capital, pois quando se integram aos programas governamentais como o PROUNI, ganham isenção fiscal e estímulo para captação de recursos financeiros. Nós, estudantes e trabalhadores, sofremos com ensino (des) qualificado e com cursos com mensalidades altamente lucrativas, onde a maioria dos beneficiados são os grandes empresários donos dessas instituições de ensino.
Quando nós nos reconhecemos nesse processo fica mais fácil nos articular dentro desses espaços enquanto estudantes, uma das maiores dificuldades que o movimento estudantil enfrenta é integrar esses novos estudantes e fazer com que se reconheçam como tal. As obrigações diárias, impostas pelo sistema capitalista, fazem com que esses estudantes não se vejam nesse processo, onde a formação profissional é a mais afetada com tamanha precarização do ensino.
"A teoria sem a prática de nada vale, a prática sem a teoria é cega"
Lênin

Teses Região VII - Conjuntura

Tese Construindo a Base:
Elementos de discussão do Movimento Estudantil de Serviço Social


Conjuntura

"A questão mais importante, a fundamental,
é a questão do poder. Os revolucionários no Brasil não se
podem propor a uma outra coisa senão a tomada do poder,
juntamente com as massas."

Carlos Marighella

A partir de meados da década de 1970, o mundo iniciou um período de estagnação econômica, marcado inicialmente pela crise de petróleo de 1973. A superação deste momento se deu por meio de uma profunda reestruturação produtiva. O modelo produtivo conhecido como toyotismo emerge deste período de estagnação, substituindo o modelo fordista de produção.
A produção flexível (toyotismo) transforma a condição de trabalho nos diversos ramos da produção e também dá destaque ao setor de serviços. O trabalhador necessário para este novo modelo, produção flexível, também é um trabalhador flexível. A exigência do mercado é de um trabalhador apto a desenvolver diversas funções, e não mais apenas uma única e repetitiva função, característica do modelo fordista. Junto a esse processo, podemos identificar um intenso processo de terceirizações, retirada de direitos e todas as suas conseqüências de internacionalização das cadeias produtivas.
A partir da década de 1980, em consonância com o período de estagnação econômica, o mundo observou grandes reformulações das políticas de Estado, sintetizadas no Consenso de Washington. Os organismos internacionais propuseram a implementação de uma política de Estado baseada na realocação de investimentos públicos dos setores sociais para os setores produtivos e na possibilidade de criação de novos nichos de mercado a partir da ausência estatal, como na educação, por exemplo.
No Brasil encontra-se uma conjuntura complexa, o "Ciclo PT" prossegue e, aparentemente, não há perspectiva de acabar de uma hora para outra, o governo Lula teve como princípio continuar a Política Econômica Neoliberal do "Ciclo FHC". Portanto, estamos em um momento que o novo ainda não surgiu e o velho ainda não apareceu. Lula e seu Governo inviabilizaram uma construção de 20 anos, o projeto que se colocava desde 1989 com os democráticos e populares foi interrompido. Setores importantes da esquerda e dos movimentos sociais populares foram sufocados com as medidas de governo que se diz “reformistas”, porém, se quer fez minimamente as reformas agrárias e urbanas. Por outro lado, as reformas feitas como a da previdência e a contra-reforma universitária foram de cunho neoliberal, reforçando a idéia de Estado mínimo.
Este governo não só fragmenta os movimentos sociais populares, ele se tornou aliado do FMI e de grandes instituições bancárias e financeiras, dando lucros exorbitantes a esses atores. O título designado a Lula como o estadista do ano (2010) no fórum econômico mundial em Davo (entre outros prêmios), somente nos remete a crer que sua função cumpre com o papel do Estado a serviço do sócio-metabolismo, o qual está gerido pela ordem do capital especulativo (representação autêntica dos negócios da burguesia). Lula ocupa, na América Latina, um papel de Sub-Imperialista, como na invasão militar/terrorista no Haiti, e outras intervenções em países de nosso continente por meio da atuação exploratória de empresas semi-estatais (Petrobrás, por exemplo) e de empresas privatizadas a preço de banana (Vale e outras...).
Como dito anteriormente, a Produção Flexível estabelecia um novo modelo de trabalho pelo qual uma mesma linha de montagem deveria produzir não mais um único produto, não mais apenas peças para motor de um único modelo de carro, mas peças diversificadas, para um mercado diversificado. O uso da mecatrônica, máquinas mais eficazes de versáteis, permitiram um aumento da produção individual de cada operário. Massas de operários poderiam ser descartadas ou manejadas para novas funções.
No entanto, se a produção individual de cada operário (e a exploração individual, portanto) crescia, se a capacidade de gerar lucros em cada setor crescia, havia um processo ocorrendo ao mesmo tempo: a diminuição da taxa de lucro global. As indústrias como um todo passaram a cada vez lucrar menos. A diversificação de mercado e o crescimento da produtividade vieram ao custo da diminuição do ritmo do aumento da produção de valor global. Na tentativa de cada empresa tentar aumentar seus lucros ao diminuir os gastos com pessoal e aumentar a produtividade no processo foi gerada globalmente uma diminuição do valor produzido por mercadoria. Criaram-se empregos mais lentamente do que se aumentou a produção de mercadorias e serviços.
Tal processo levou ao ponto em que a especulação sobre a produção futura gerava mais lucros do que a produção e distribuição da produção presente. Era preferível investir na suposição de que nos próximos anos as empresas dariam lucro do que ser dono das empresas.

Ora, se a especulação sobre a produção está mais lucrativa que a produção propriamente dita há uma bolha entre uma economia fictícia e a economia real. Essa bolha, que inflou com a crise do petróleo e o advento da Produção Flexível, não poderia se sustentar eternamente. O estouro da bolha ocorrido entre 2008 e 2009, foi o que se chamou de Crise Financeira.
Para diminuir a queda da economia governos injetaram bilhões de dólares na economia. Na tentativa de impedir que a queda do capital fictício se tornasse quebra da produção (uma vez que sem investimento não se produz, não se compra nem se vende), os governos estão injetando verbas artificialmente no mercado.
Tal processo tem desgastado o ideal liberal (e neoliberal) do mercado auto-regulador da vida social e de seus próprios mecanismos internos. Fica evidenciado o Papel do Estado quanto mantenedor da ordem burguesa (por exemplo, pelo assalto descarado às reservas públicas em benefício exclusivo Capital Financeiro e dos Monopólios).
O governo brasileiro esvazia hoje suas reservas para conter a crise. O processo aparenta ter sucesso. Mas o sucesso fica apenas na aparência. A injeção de verbas permitiu o fim do ciclo de aumento do desemprego, mas ainda não foi capaz de recuperar todos os empregos perdidos. E no processo as reservas que serão necessárias para pagamento de aposentadorias e seguro social, estão sendo queimadas em velocidade maior que a arrecadação permite. Mesmo com a recuperação econômica o futuro dos que dependem da aposentadoria e de serviços públicos não se apresenta como o mais brilhante. A juventude trabalhadora de hoje que sofrerá mais com a queima das reservas. A diminuição da criação de emprego somado ao crescimento de ingresso de jovens no mercado de trabalho significa uma parca diminuição do desemprego e no aumento de empregos precários. Desemprego hoje e com baixa aposentadoria no futuro, os jovens não podem sorrir nem pelo presente nem pelo futuro que lhes aguarda.

Estamos em um ano marcado por uma disputa eleitoral, entendemos que não temos um projeto popular construído, que possa aglutinar todos os setores populares de esquerda e combatida em torno de uma candidatura. Nenhuma das alternativas com possibilidade de vitória apresenta interesse ou disposição em mudar a política econômica, e nem mesmo de contribuir para a organização da população. Estamos em um momento de reorganização, e precisamos, neste próximo período, construir pela base, organizar o povo, para que possamos por meio da correlação de forças, enfrentar e não mais ficar na defensiva às políticas hegemônicas e aos ataques à classe trabalhadora. Na ofensiva, elaborar um projeto objetivo para que possamos construir a unidade na luta: os movimentos populares e as organizações comprometidas com a Revolução Brasileira. A partir de nossos espaços de atuação, vamos nos solidarizar e lutar, de forma internacionalista, pela emancipação da classe trabalhadora nacional e mundial.
“... y sobre todo, sean siempre capaces
de sentir en lo más hondo cualquier injusticia
cometida contra cualquiera en cualquier parte del mundo.
Es la cualidad más linda de un revolucionario."
Ernesto Guevara

Hoje as guerras do Iraque e Afeganistão levam morte, fome e desespero ao Oriente Médio; a paz entre Israel e Palestina, que só pode acontecer com um território livre aos palestinos, se afunda na intromissão dos Estados Unidos que financiam a discórdia. Também financiam os conflitos armados e étnicos, o tráfico de drogas e a AIDS que assolam o continente africano. Na Ásia e Oceania há semi-escravidão dos trabalhadores e trabalho infantil em empresas como Nike e Nestlé, que impõe a ditadura de mercado. Além disso, com apoio dos Estados Unidos, Honduras e outros lugares do mundo, instituíram ditaduras militares sangrentas que oprimiram/oprimem o povo, transpassando a classe trabalhadora. Na América Latina, as privatizações e a perda do direito dos trabalhadores se aprofundam em contrações, porém alguns movimentos sociais e governos antiimperialistas começam a resistir à exploração, como na Venezuela, Bolívia, Equador, Cuba, MST no Brasil, o movimento Zapatista México entre outros...
O sistema capitalista tem se revelado cada vez mais, incapaz de resolver os problemas fundamentais das pessoas, em toda humanidade. Vivemos numa crise estrutural do capital, os capitalistas através de seus empreendimentos e agronegócio vendem venenos agrotóxicos, nos entopem de transgênicos, desmatam e poluem o meio ambiente, quem sofre mais uma vez é classe subalterna. Nos países pobres e nas periferias, os anticapitalistas entendem que enquanto houver o capitalismo, sempre haverá a guerra, a fome e o desespero. Enquanto houver pessoas que são exploradas ao extremo, vivendo na miséria, nunca haverá a paz. Por isso, o capitalismo deve ser combatido e suprimido por uma nova ordem societária e revolucionária, sem exploração das classes sociais, da etnia e do gênero.

Pré ENESS – Região VII - Parte III - PROPOSTAS E ENCAMINHAMENTOS

Propostas da Região VII

Estatuto da ENESSO

Titulo I: Da Natureza e finalidade
Consenso dos estudantes presentes no Pré ENESS que o parágrafo 1° do art1° seja suprimido, por entendermos que o artigo em si já expressa o que é a ENESSO, não havendo necessidade de citar a UNE assim como qualquer outra entidade estudantil.
Destaque para a letra g do art. 2° incentivar a discussão e participação dos estudantes nos encontros internacionais, reforçando o papel do Coordenador de Relações Internacionais.

Titulo III: Seção I
No art. 5° é necessário destacar como um eixo especifico, Opressões.
Parágrafo 2° do art. 5° deixar mais clara questão de finanças que implica o não direito a voto dos estudantes que tiverem seus C.A’ inadimplentes. Acrescentar nesse parágrafo a flexibilização dos pagamentos para melhor entendimento dos estudantes.
A letra c do art. 6° destacamos a mudança no dia das eleições da nova gestão da ENESSO, a mesma a no penúltimo dia e não no último. Com isso evita o esvaziamento da plenária, pois muitos estudantes vão embora antes do encerramento do encontro, com isso o número de estudantes participando desse processo eleitoral será bem maior.

Titulo III: Seção III
No art. 8° especificar o eixo de Opressões.
Letra b do art. 9° que os coordenadores regionais possam assumir a coordenação na plenária final do ERESS, isso viabiliza a participação dessas coordenações no ENESS, tendo em vista que eles irão tocar as discussões das suas regiões no próximo período, e a participação dos mesmos no ENESS é de extrema importância.

Titulo III: Seção V/ Subseção I
Art. 11° incluir os secretários de escola na composição da diretoria da ENESSO.

Titulo III: Seção V/ Subseção II
Letra b do art. 15° não especificar qual entidade estudantil a ENESSO estabelecerá contatos, respeitando assim a opção de cada estudante.
Suprimir art. 18° pois é igual às letras d e e do art. 17°
Inserir o art. 20° descrevendo as atribuições dos secretários de escola.

Titulo V: Das finanças e do Patrimônio
Letra a do art. 22° flexibilizar a anuidade paga pelos C.A’s.
Letra b e c do art. 22° aumentar o repasse financeiro dos encontros para a ENESSO, com intuído de viabilizar o trabalho dos coordenadores (regionais e nacionais) e dos secretários de escola.

Titulo VI: Do Processo de Eleição
Art. 25° antecipar a eleição para o penúltimo dia do ENESS.
Alterar os artigos 27° e 28° de acordo com a perspectiva de antecipação da eleição.
***Inserir um parágrafo sobre a candidatura de coordenações regionais, foi de consenso dos estudantes presentes no Pré ENESS que um coordenador regional assumir a coordenação nacional prejudica os trabalhos dentro do movimento, principalmente na sua região. Portanto acreditamos que os coordenadores regionais devem ser inelegíveis, levando em conta o compromisso que cada um assumiu na sua região.

Titulo VII: Das disposições Gerais e Finais.
Art. 35° Os coordenadores regionais devem assumir a coordenação na plenária final do ERESS.

Encaminhamentos

- Comissão Organizadora irá encaminhar para a gestão do C.A da PUC-SP oficializando o pedido de contribuição para ida de mais um militante pela região;
- Comissão Organizadora irá encaminhar a Pré Tese para que os militantes da região VII possam dar as suas contribuições até quarta-feira;
- Flavio, estudante da Uninove irá fazer as correções ortográficas da tese;
- Comissão Organizadora irá encaminhar para lista da região as deliberações do ENESS 2009.
Josuel irá encaminhar suas contribuições com relação ao eixo análise de conjuntura.

Pré ENESS – Região VII - Parte II

Fechamento do primeiro dia

Após o balanço das escolas levantamos a proposta de encaminhar para o caderno de teses da ENESSO a pré tese de um coletivo de estudantes da Região VII, na perspectiva de documentar as contribuições dos militantes. Foi acordado que a pré tese será encaminhada para o e-mail da Região VII para que todos os estudantes possam fazer suas contribuições.

Segundo dia 10/07/10

Fizemos uma discussão a cerca da conjuntura do MESS, contamos com as contribuições do Tiago e Everton (ex-militantes), eles apresentaram um panorama da ENESSO explicaram a importância das organizações de base e o processo de ruptura com a UNE.
Discutimos sobre o ENESS em ano de revisão de Estatuto, que na avaliação do Tiago é um encontro diferenciado com uma outra dinâmica. A Talita fala sobre a importância da tese da Região VII que tem uma história de militância e que até o momento não foi documentado.

No decorrer das discussões surgiram três propostas, primeira que o C.A da PUC-SP repasse o valor de R$ 800,00 de um delegado do segundo ano da manhã que não irá para o ENESS, para levar dois estudantes de escolas diferentes.
Segunda proposta: a Bia afirma que irá se reunir com os demais integrantes da gestão do CASS e levantar quanto de fato existe no caixa do C.A e a partir dai liberar o valor, mas fazendo uma somatória com o valor que existe no caixa da Região VII. No próximo semestre os C.A’s e coletivos de estudantes organizados realizarem uma contribuição para o caixa da Região VII.
Terceira proposta: Talita propôs que o C.A da PUC-SP libere o valor da passagem que voltaria para o caixa do C.A, posteriormente fazer um balanço do valor que tem em caixa na Região VII juntamente com o repasse do Pré ENESS.
De consenso dos estudantes presentes que Josuel e Michelle vá para o ENESS, tendo em vista que ambos irão assumir a coordenação da Região VII.
No período da tarde fizemos uma discussão a cerca da Formação Profissional, onde a Fernanda e o Tiago no período da manhã ressaltaram a importância da defesa do Projeto Ético Político e a luta contra a precarização do ensino.

Pré ENESS – Região VII - Parte I

Estiveram presentes no Pré ENESS 2010, representações de oito escolas da Região VII, que são: ISCA Faculdades, PUC-SP, UNIFESP, UNICASTELO, UNINOVE, FAPSS – SP, FAPSS – SCS e CEUNSP.
No primeiro momento fizemos uma discussão sobre análise de conjuntura, onde contamos com as contribuições do Wagner (13 Maio), o período da tarde foi destinado a leitura do Estatuto da ENESSO, tendo em vista que esse ano irá ocorrer revisão estatutária sentimos a necessidade de discutir ponto a ponto do estatuto na perspectiva de destacar nossos apontamentos e contribuições no ENESS.
Antes de finalizar o primeiro dia realizamos um balanço sobre a situação das escolas da região, cada representante fez uma avaliação da articulação do Movimento Estudantil dentro das suas escolas.

Balanço das escolas presentes no Pré ENESS 2010

ISCA Faculdades:
- Ana Mara relata as dificuldades de articular com os estudantes, e ressalta que a maioria dos estudantes que militam no MESS já estão no último ano.
- Os estudantes estão organizando cursos de formação política do 13 de Maio, e através dos cursos agregar mais estudantes para o Movimento Estudantil.

PUC – SP:
- Bia relata a atual situação da PUC – SP que irá realizar uma discussão sobre mensalidades e pretendem agendar uma audiência pública com a reitoria a fim de discutir essa questão. Sinaliza que existe a possibilidade de implantação de catracas e faz uma análise sobre a realidade dos estudantes de Serviço Social da PUC.




Unifesp:
- Bruno relata a dificuldade de articulação do Movimento estudantil na Unifesp por conta da unificação dos C.A’s, mas ressalta que existe uma discussão a cerca da efetivação de um C.A autônomo.
- Unifesp está em um processo de desintegração de posse, e os estudantes estão dialogando sobre esse processo que é contraditório para o Serviço Social.
Unicastelo:
- Michelle relata as conquistas que o Movimento Estudantil alcançou devido à greve, no momento os estudantes da Unicastelo estão se organizando na perspectiva de articular os C.A’s que estão em processo de efetivação. No inicio do mês os estudantes realizaram um curso de economia política do 13 de Maio, por entendermos que é necessário para os estudantes a formação.
- Estamos construindo projeto para receber o ERESS 2011.

Uninove:
- Ana Caroline faz uma avaliação da organização do Movimento Estudantil na Uninove, ressalta as dificuldades que vem enfentando para articular os estudantes, devido o grande número de estudantes que em sua maioria não reconhece a necessidade de organização dos estudantes.
- Nesse momento a Comissão pró C.A está paralisada e a saída de estudantes importantes contribuiu para essa estagnação. Mas, no segundo semestre existe a proposta de trabalhar a representatividade dos representantes de sala junto ao MESS por meio dos Secretários de Escola.
- Flavio, falou da precarização do ensino por meio do sistema EAD e sobre as características da mercantilização do ensino sendo infiltrada na instituição.
- No próximo final de semana irá ocorrer o curso de formação política do 13 de maio, a qual o Flavio ressalta a importância deste curso para unificar os estudantes e agregar militantes;
- No próximo semestre está previsto um ELESS na Uninove (campi Vergueiro).

FAPSS – SP
- Willian trás as dificuldades de articulados os estudantes, tendo em vista o retorno recente do C.A. Mesmo com as lutas contra a precarização os estudantes não se organizam dentro do Movimento Estudantil.
- Realizaram revisão curricular.
FAPSS – SCS
- No primeiro momento a Gleise falou sobre o processo de extrema precarização da FAPSS – SCS e como o C.A está se movimentando, ela ressalta que mesmo com as movimentações ainda existe uma grande dificuldade de articular com os estudantes;
- Mas um fator importante é que os estudantes que estão mais envolvidos com o Movimento Estudantil são do 1º e 2º semestre;
- Ela avalia que o C.A vem crescendo mesmo com todas essas dificuldades.
- O C.A não tem espaço próprio, loca o espaço de outra universidade e os estudantes não tem acesso aos livros da biblioteca.

CEUNSP
- Josuel fala sobre as articulações que estão acontecendo na escola, no próximo semestre irá acontecer um ELESS e no final do ano irá sediar o CORESS;
- Cursos do 13 de Maio junto com o CORESS e posteriormente organizar os cursos de formação junto com os movimentos sociais e os estudantes.
- O curso está em processo de aprovação do MEC.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

PRÉ-ENESS Região VII

O ENESS está se aproximando e sentimos a necessidades de nos organizar, organizar as nossas pautas enquanto região...É uma oportunidade de todos os estudantes da Região VII contruibuir com o ENESS, uma vez que nem todas as escolas terão representações no encontro.
Por isso iremos realizar nos dias 09 e 10/07 o Pré ENESS na sede da APEOESP em Itaquera, onde discutiremos o Estatuto da ENESSO tendo em vista que estamos em ano de revisão estatutária, além de oportunizar a discussão de outros eixos do Movimento Estudantil que serão pautados nesse ENESS.
**** Para os que puderem e os que vierem de fora da capital rola ficar alojado no local!!!
PROGRAMAÇÃO
09/07 - Sexta-feira
09h00 - Inscrição + café
10h00 - Mesa: Analise de Conjuntura
13h00 - Almoço
15h00 - Mesa: Formação Profissional
17h30 - Café
18h00 - Balanço das escolas/ leitura do Estatuto da ENESSO
20h00 - Jantar
22h00 - Sarau

10/07 - Sábado
09h00 - Café
09h30 - Mesa: Movimento Estudantil
12h30 - Almoço
14h30 - Leitura do Estatuto
15h30 - Grupo de discussão
16h15 - Café
16h45 - Formulação das propostas da Região VII
20h00 - Jantar
22h00 - Filme (Podem indicar)
INSCRIÇÃO:
Valor: R$ 25,00 (Inscrição + alimentação)
- Depósito até o dia 08/07 (quinta-feira) pela manhã:
MARIO PEREIRA DO NASCIMENTO SILVA
Banco do Brasil
C/C:194786
AG:003687-0
- Confirmação da inscrição no e-mail:

Como chegar no local:

APEOESP – SINDICATO DOS PROFESSORES DO ENSINO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
RUA COLONIAL DAS MISSÕES 204 – ITAQUERA
Próximo à igreja Nossa senhora do Carmo, Rua da feira de domingo e da Escola Nova Estrela.
Condução: Trem, descer na estação Dom Bosco, lado direito, sobe a Rua da Padaria amarela a segunda rua a direita, rua Colonial das Missões, 204 rua da escola Nova Estrela Guia.

Metrô: Metrô Itaquera, descer do lado direito, pegar a lotação vermelha Jardim São Carlos, descer na Rua Colonial das Missões

Para quem vem de Guaianases ou São Miguel, descer no primeiro ponto da Rua Gregorio Ramalho, na praça da antiga estação de Trem de Itaquera, subir a rua do banco Itaú com a loja de sapato Nicolete ( Rua Inácio Alves de Matos) a quarta rua a esquerda

De carro: Av. Jacu pêssego, lembre fica próximo a estação Dom Bosco, que vem de Guarulhos, passou o Mac Donalt a próxima a direita, sobe e vira a direita sobe a rua Italina, rua da padaria amarelo a segunda a direita

Ônibus: Quem vem de ônibus do centro, descer no primeiro ponto da Rua Salvador Noveli, sobe a primeira rua, lembre-se: próximo a igreja Nossa Senhora do Carmo, rua da Escola Nova Estrela Guia, rua da feira de domingo

OS ENCONTROS PROMOVIDOS PELA ENESSO SÃO:

CORESS (Conselho Regional de Entidades Estudantis de Serviço Social):
É um encontro anual que reúne representantes das entidades estudantis (CA'S e DA'S) por região, com o objetivo de discutir e definir a pauta do ERESS, além de organizar a intervenção do movimento estudantil nas escolas e na região;

ERESS (Encontro Regional dos Estudantes de Serviço Social):
É um encontro anual que reúne os estudantes de Serviço Social, sendo a instância máxima de discussões e deliberações de cada região. Discute as questões referentes ao Movimento Estudantil, a Conjuntura, Universidade, Formação Profissional e Cultura. Delibera ainda o local dos próximos CORESS e ERESS e SRFPMESS.

CONESS (Conselho Nacional de Entidades Estudantis de Serviço Social):
É um encontro anual que reúne representantes das entidades estudantis de Serviço Social ao nível nacional, com o objetivo de apresentar e definir a pauta do ENESS, além de privilegiar as discussões de formação política-profissional e as diversas lutas do MESS.

ENESS (Encontro Nacional de Estudantes de Serviço Social):
É o encontro anual que reúne os estudantes de todo país em torno da discussão de conjuntura, universidade, daformação profissional, movimento estudantil e cultura É a instância máxima de deliberações da ENESSO. Na plenária final do ENESS, são votadas as resoluções políticas que nortearão a intervenção da ENESSO, além eleger próxima gestão da ENESSO, decidir os locais dos próximos CONESS, ENESS e SNFPMESS e revisar o estatuto da entidade.

OBS: Os fóruns deliberativos (CORESS, CONESS, ERESS, ENESS) possuem, cada um deles, um Regimento Interno próprio que é aprovado na plenária de abertura e deve estar em consonância com o estatuto da ENESSO.

SRFPMESS (Seminário Regional de Formação Profissional e Movimento Estudantil de
Serviço Social):
É o espaço político de discussão acerca da formação profissional e movimento estudantil que reúne os estudantes de Serviço Social por região. Ocorre a cada dois anos, não sendo um fórum deliberativo, portanto, organizativo. Sua pauta é construída a partir de um tema definido no ERESS;

SNFPMESS (Seminário Nacional de Formação Profissional e Movimento Estudantil de
Serviço Social):
É o espaço político de discussão acerca da formação profissional e movimento estudantil que reúne os estudantes de todo o país. Ocorre nos anos em que não há o SRFPMESS. Também é fórum organizativo e é construído em cima de um tema definido pelos estudantes.