DOCUMENTOS

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Desafios para o ENADE

Desafios para o ENADE

Neste ano os estudantes de Serviço Social se preparam para mais uma prova do Exame Nacional de Proficiência que compõe o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior, portanto se faz necessário um esclarecimento de uma posição firme da ENESSO frente a esta tarefa política.

O acumulo histórico do movimento estudantil bem como uma analise atual e crítica do Serviço Social se faz necessária para compreender quais serão as estratégias utilizadas para uma superação do modelo atual de avaliação.

A implementação do SINAES/ENADE a partir da Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, no Governo Lula, substituindo, assim, o chamado Provão, praticando na sua superfície uma avaliação diversa, mas, que na sua essência ainda mantinha muitos dos indicadores de análise utilizados pela reforma universitária de Fernando Henrique Cardoso.

Tais indicadores, os quais compõe uma avaliação que responsabiliza somente os estudantes pela avaliação do ensino superior, não afere a pesquisa e a extensão, o que seria de fundamental importância se considerado um tripé da universidade para produção do conhecimento. Além de promover um ranking entre as escolas do mesmo curso impondo uma lógica de disputa pelas verbas, na qual as instituições que tiraram notas baixas recebem menos verbas, ou seja, continuando sem condições de melhorar o ensino.

A contradição explícita do ranking faz parte da política de precarização do ensino superior brasileiro, pois se o apontamento é que a escola tem uma nota baixa numa avaliação sobre seu ensino, a melhora seria propiciando na medida que recebesse mais verbas e não o contrário.

A democracia universitária, os mecanismos de participação dos setores que compõe o corpo da universidade também não são considerados, como a assistência estudantil (política que assegura a manutenção dos estudantes na universidade, bolsa, alojamento, bandejão, transporte...) e que não são contemplados nesse exame.

A lógica, portanto, da mercantilização e competição sacramentada pelos sistemas de comunicação que apresentará, ao final do exame, quais escolas são "as melhores" e quais irão afundar na precarização, deve ser combatida ativamente pelo movimento estudantil.

O movimento estudantil sem ilusões governistas e fantasias do que seria essa e outras etapas da reforma universitária já iniciada em 95 por FHC se posiciona contra essa lógica e apresenta uma política/postura de Boicote ao ENADE.

As estratégias do Boicote devem ser compreendidas em sua totalidade, e se tratando do Serviço Social, a ENESSO entende que é fundamental uma atitude massiva e enérgica dos estudantes, bem como um aprofundamento do debate junto a categoria profissional e suas entidades representativas (CFESS/CRESS e ABEPSS). De fato, precisamos avançar nos estudos e nos apropriarmos dos documentos que a categoria lança, e buscar estratégias unificadas.

É de fundamental importância que a categoria profissional se aproxime do debate e da luta com os estudantes dentro da universidade brasileira, mas a partir de uma orientação advinda, também, das representações da categoria (CFESS/CRESS, ABEPSS e ENESSO) e com isso, avançar numa direção clara de defesa da universidade com o tripé, ensino, pesquisa, extensão, laica, socialmente referenciada e imbuída de um projeto de universidade emancipadora que defendemos.

O chamado que a ENESSO faz é para que todos e todas aqueles/as que entendem que essa avaliação não contempla a compreensão que temos de como ela deve ser feita que nos ajude a mobilizar o boicote/ENADE NOTA 0 em todo o Brasil, com subsídios de debate, mas para que o processo vá mais além uma construção em longo prazo através de GT e estudos que construam uma avaliação do ensino superior que esteja ligada com a defesa da universidade que queremos.


Executiva Nacional de estudantes de Serviço Social - ENESSO

Gestão: 2010/2011 - ENESSO vermelha

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

XXXIII CORESS

XXXIII CORESS

CONSELHO REGIONAL DE ESTUDANTES DE SERVIÇO SOCIAL - Região VII

4 e 5 de DEZEMBRO de 2010
Escola - sede CEUNSP - ITU


Programação:

Sábado, dia 4
A partir da 8:00 - Credenciamento
09:00 - 10:00 - Café
10:00 - 12:00 - Mesa de abertura / Regimento interno / Apresentação geral
12:00 - 14:00 - Almoço
14:00 - 17:00 - Mesa: Analise de conjuntura
17:00 - 19:00 - Banho & Janta
19:00 - 22:00 - GD: Opressões
22:00 - 24:00 - Noite cultural


Domingo, dia 5
08:00 - 09:00 - Café
09:00 - 12:00 - Grupo de trabalho do ERESS
12:00 - 14:00 - Almoço
14:00 - 16:00 - Grupo de trabalho do ERESS
16:00 - 18:00 - Mesa de encerramento / Avaliação do encontro


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Inscrição – R$ 15,00 (Sem Alimentação)
Inscrição – R$ 35,00 (Com alimentação e alojamento)
Inscrições por deposito bancário até 1° de dezembro.
Banco: Caixa Econômica Federal
Josuel Rodrigues de Lima
Agencia: 3269
Conta Poupança: 4070-7
Operação: 013



Confirmação de inscrição no e-mail
messitu@yahoo.com.br

Com os seguintes dados -
Nome:
E-mail:
Telefone/Celular:
Escola:
Semestre:
Cidade:


Local: Sindicato dos Metalúrgicos de Salto
Rua: Antônio Vendramini, 258
Vila Teixeira, Salto-SP.
AO LADO DA RODOVIÁRIA DE SALTO .


Maiores informações
(11) 7163 - 3756 - Josuel
(19) 9331 - 0825 - Sabrina

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Alteração na Programação do 9° SRFPMESS

9° SRFPMESS - Seminário Regional de Formação Profissional do Movimento Estudantil do Serviço Social.

23 de Outubro na USF - Universidade São Francisco

R. Hannemann, 352 - Pari - SP

CRONOGRAMA

23/10 – Sábado
08h00 – Credenciamento + café
09h00 – Abertura
10h00 – Mesa sobre Universidade
Antonio Davi (ex-diretor da UNE)
Juliano Bilda (CAHIS/ Unifesp)
12h00 – Almoço
13h00 – Apresentação de trabalho
14h00 – Mesa sobre Formação Profissional
Eixo I: PL 30 Horas
Marlene Merise USF/ CRESS
Eixo II - Organização das Lutas da classe Trabalhadora
Magrão Intersindical
Eixo III - Plano Nacional de Estagio "Novos Desafios"
Rodrigo Teixeira FMU/UNICASTELO
17h00 – Café
17h30 – Discussão sobre Enade
18h30 – Indicação do discente ABEPSS
19h00 - Encerramento

Inscrições:

R$ 15,00 (inscrição + café)

Depósito até dia 21/10
Banco Bradesco
Camila Arinella de Brito
CPF: 406.085.158-25
Ag 208 dig 09 C/C 207425 dig 7

Confirmação de deposito no e-mail:
tuane_3@hotmail.com
camila.arinella@yahoo.com.br

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sem. Reg. de Formação Profissional e MESS


Olá companheiros...

Já se passou o ERESS e o ENESS agora estamos nos preparando para o Seminário Regional de Formação Profissional do MESS que ocorre a cada dois anos...Esse ano a Universidade São Francisco (Capital) irá cediar o seminário e gostariamos de convidar todos os estudantes para participar desse encontro, enviando seus trabalhos ou vindo prestigiar o trabalho dos outros estudantes!

Seminário Regional de Formação Profissional e do

Movimento Estudantil em Serviço Social – SRFPMESS.

23 e 24 de Outubro de 2010

São Paulo





NORMAS PARA ENVIO DE TRABALHOS



Resumo:

ð Máximo de 3000 caracteres;

ð Fonte Arial (tamanho 11);

ð Espaçamento simples;

ð Contendo de 03 a 05 palavras-chave.



Texto Completo:



ð Máximo de 06 páginas;

ð Fonte Arial (tamanho 11);

ð Espaçamento simples;

ð Margem inferior e esquerda 3 cm e superior e direita 2cm.

ð O título deverá ser escrito em letras maiúsculas, iniciando na margem esquerda

ð Listar em nota de rodapé, os dados dos (as) autores (as), incluindo e-mail, instituição e estado.





Modalidade de Apresentação de Trabalhos

ð Comunicação Oral

Os trabalhos aprovados nesta modalidade serão distribuídos de acordo com os eixos temáticos, com o tempo de apresentação de 08 minutos, acrescidos de 04 minutos de argüição.



Outras Orientações:

1.Os textos devem ter uma problemática anunciada, desenvolvida e considerações finais, citando apenas as referências utilizadas no texto, seguindo as normas da ABNT em vigor.

2. Prazo do envio: 08/09/2010. NÃO PRORROGÁVEL.

3. Os trabalhos devem estar vinculados ao desenvolvimento de pesquisa, experiências e/ou práticas e trabalhos já apresentados.

4. Os trabalhos serão publicados em CD, e devem ser enviados dois arquivos, um com o resumo e outro com o texto completo para a Comissão Científica do XV ou XVI SRFPMESS, no e-mail: trabalhosrfpmess2010@yahoo.com.br

5. Poderá ser enviado até 2 trabalhos enquanto autor, sendo um individual e um em grupo.

6. O RESUMO NÃO PODERÁ CONTER NOME(S) DE
AUTOR (ES), CO-AUTOR (ES) OU INSTITUIÇÃO DE ENSINO, ESTES DEVEM ESTAR CONTIDOS APENAS NO CORPO DO EMAIL E NO TEXTO COMPLETO, ENVIADO SEPARADAMENTE.

7. O DESCUMPRIMENTO DO ITEM 05 RESULTARÁ EM DESCLASSIFICAÇÃ O AUTOMÁTICA DO(S) TRABALHO(S).


EIXOS TEMÁTICOS



ð Políticas Públicas e Serviço Social;

ð Estado, Democracia e Movimentos Sociais;

ð Projeto Ético-Político, Trabalho e Formação Profissional;

ð Movimento Estudantil, Universidade e Opressões.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Teses Região VII - Formação Profissional

Tese Construindo a Base:
Elementos de discussão do Movimento Estudantil de Serviço Social

FORMAÇÃO PROFISSIONAL


O Serviço Social nasceu da necessidade do enfrentamento do conjunto das expressões das desigualdades da sociedade capitalista. Estas expressões caracterizadas como questão social (fome, moradia, desemprego, etc.), constituem o objeto de trabalho do Assistente Social.
A prática profissional em seu surgimento esteve por muito tempo ligada a Igreja Católica, que trabalhava a questão social de forma assistencialista.
A partir da década de 60 a atuação profissional foi rompendo laços com a Igreja Católica e sendo repensada de forma mais técnica e cientifica.
Dentro do contexto histórico de uma sociedade em conflitos sociais, o Serviço Social bate de frente com uma diversidade de problemas e situações que necessitam de soluções para melhoria e crescimento do país, período de ditadura no Brasil (1964-1985) o que torna uma barreira maior para lutar e empregar políticas sociais. O Serviço Social é marcado com suas perspectivas e possibilidades de avanços na época da Ditadura Militar.
O Brasil passou por um regime militar que se caracterizou pela falta de democracia, suspensão dos direitos constitucionais, censura, concentração de renda, pensamentos capitalistas, perseguição política e repressão a todos que eram contra o regime militar. Para compreendermos é necessário enfatizar este contexto histórico, pois foi neste período da Ditadura Militar que nasceu a necessidade do Movimento de Reconceituação do Serviço Social. Precisamente ao ano de 1964, quando o Presidente João Goulart apresentou um projeto de reformas econômicas e sociais que almejava garantir melhores condições de vida nas diversas camadas populares e promover a emancipação econômica brasileira, sendo que esta estratégia não tinha o objetivo de quebrar a hierarquia de classes, mas todo este processo de reforma aborreceu os conservadores capitalistas, pois os mesmos tinham medo que a nação vivenciasse um regime socialista-comunista e assim providenciaram a derrubada de João Goulart por meio de um golpe militar. Assim, tendo início a um longo período da ditadura militar que é considerado um dos acontecimentos mais marcantes da história recente do Brasil, neste contexto muitas pessoas foram presas, torturadas e assassinadas, casas eram invadidas, entre muitas outras violações dos direitos humanos. É nestes momentos da história que Jóse Paulo Netto nos faz vivenciar o Serviço Social e sua construção profissional e de movimento social (Livro Ditadura e Serviço Social), neste período tão turbulento, ele cava e aprofunda-se dentro da ditadura o nascimento de uma nova visão e ideologia do Assistente Social na história do Brasil. É importante lembrar que neste mesmo período iniciou-se a articulação do Movimento de Reconceituação do Serviço Social na América Latina, exibindo fundamentalmente a longa insatisfação dos profissionais que se conscientizavam de suas limitações teóricos – instrumentais como político- ideológicas e instituiu-se uma perspectiva de mudança Social, devido à conscientização da exploração, opressão e dominação, tendo este histórico do regime militar pautando-se na Doutrina de Segurança Nacional e Desenvolvimento, no antimarxismo e no pensamento católico conservador.
 “O Serviço Social latino–americano é sensibilizado pelos desafios da prática social. Sua resposta mais significativa se consubstancia na mais ampla revisão já ocorrida na trajetória dessa profissão, que tem aproximadamente seis décadas de existência. Essa resposta é o movimento de reconceituação. Esse perfilou-se, como um movimento de denúncia - de autocrítica e de questionamentos societários – que tinha como contra face um processo seletivo de busca da construção de um Serviço Social latino-americano, saturado de historicidade, que apostasse na criação de novas formas de sociabilidade a partir do próprio protagonismo dos sujeitos coletivos” (Iamamoto). 
Após o Golpe Militar de 64, o espaço de atuação profissional dos assistentes sociais se limitam na execução das políticas sociais em expansão dos programas de Desenvolvimento da Comunidade (DC) e atuando na eliminação da resistência cultural que representasse obstáculos ao crescimento econômico e integração aos programas de desenvolvimento do Estado, também neste contexto, a política social torna-se uma estratégia para minimizar as conseqüências do capitalismo monopolista marcado pela super exploração da força do trabalho e pela grande concentração de renda.
“O Brasil desempenhou, ao lado da Argentina, Chile e Uruguai, um papel de destaque na articulação das inquietudes profissionais do continente. Sedia em Porto Alegre, em 1965, o I Seminário Regional Latino- Americano de Serviço Social tido, por muitos analistas, como o marco inicial do movimento de reconceituação no continente” (Iamamoto).
A circunstância da sociedade brasileira neste período de regime militar e apresentação da política social remetem o Serviço Social a assumir uma prática com tendências modernizadoras, visando ações profissionais modernas e assim com essa mudança na postura da prática do Serviço Social foi marcado o momento inicial do Movimento de Reconceituação do Serviço Social no Brasil e posteriormente a Renovação do Serviço Social. Neste quesito os assistentes sociais começam a desenvolver um intenso processo de discussões interna na busca de um novo perfil profissional e de uma identidade com as classes trabalhadoras, já que a formação profissional do assistente social é pautada pela eficiência e modernização da profissão, considerando-se fundamental o planejamento, a coordenação, a administração, a capacitação profissional, para atuar de forma ampla e sendo isso conceitos fundamentais para a formação do assistente social a partir destas definições foram imprescindíveis as realizações dos Seminários que trataram da Teorização do Serviço Social: Araxá (19 a 26 /03/ 1967) - Teorização do Serviço Social, Teresópolis (10 a 17 /01/1970) - Metodologia do Serviço Social, Sumaré e Alto da Boa Vista (20 a 24/ 11/1978) - Cientificidade do Serviço Social. Os documentos utilizados nestas discussões são considerados marco histórico do Serviço Social. A partir de 1970 assenta a perspectiva marxista no contexto do Serviço Social brasileiro, “O que importa ressaltar – para os fins da presente análise – é que se a descoberta do marxismo pelo Serviço Social latino –americano contribui decisivamente para um processo de ruptura teórica e prática com a tradição profissional, as formas pelas quais se deu aquela aproximação do Serviço Social com o amplo e heterogêneo universo marxista foram também responsáveis por inúmeros equívocos e impasses de ordem teórica, política e profissional cujas refrações até hoje se fazem presente” (Iamamoto).
Houve uma conscientização da categoria pela necessidade de construção e alternativas profissionais e uma transformação da sociedade brasileira, diante das crises existentes, à assistência social passou a ser empregada de forma a administrar a miséria social, evitando o aprofundamento da questão social, estendendo assim as bases do governo podendo ter um domínio no setor popular mais marginalizado, com isso pretendia-se acabar e imobilizar a organização e resistência desses grupos enquanto classe e foi com essa ideologia que os profissionais romperam e assim deixaram de serem meros executores. [...] o eixo de debate brasileiro, até meados dos anos 70, diferencia-se radicalmente das temáticas polarizadoras da reconceituação na maioria dos países latino-americanos. Dessa forma, o enfretamento como herança da reconceituação vai dar-se tardiamente no Brasil, no bojo da crise da ditadura, quando o próprio revigoramento da sociedade civil faz com que se rompam as amarras do silencio e do alheamento político forçado a qual foi submetida à maioria da população no cenário ditatorial. (Iamamoto). 
Conclui-se que no período de Ditadura Militar surgiu a necessidade de Reconceituação do Serviço Social que se constituiu em um esforço para desenvolvimento da proposta de ação profissional condizente com as especificidades do contexto latino-americano, ao mesmo tempo em que se configurou com um processo amplo de questionamento e reflexões críticas da profissão. Foi motivado pelas pressões sociais e mobilizações dos setores populares, historicamente marcada pela intransigência das desigualdades de classes e das questões sociais, em face do acúmulo do capitalismo, tal movimento também é marcado pela perspectiva de ruptura com o denominado Serviço Social tradicional. Questiona e cria laços com as classes populares num desejo de transformação social.
O Serviço Social, ao longo do seu processo de evolução histórica, rompeu as barreiras do positivismo, abriu-se a Fenomenologia alcançando Práxis Marxista. Assim, nós futuros Assistentes Sociais devemos romper as barreiras da acomodação inerente a questão social, pensar a fim de enxergamos para cada oportunidade a melhor possibilidade de intervenção prática e eficaz para a construção do tecido social, seja como trabalhador, seja como militante.
Pensar na formação no âmbito prospectivo do Serviço Social, nos remete a um exercício intelectual onde é marcado por transformações que atingem de forma direta os espaços profissionais, bem como, de suas funcionalidades.
A questão que se apresenta traz um trato significativo na contextualização da política nacional de educação, bem como, as novas configurações sociais que surgem nas áreas do conhecimento.
Estas transformações perpassam pelo perfil sócio econômico do estudante, onde à exigência de maiores qualificações tanto intelectual é derivada do próprio processo de consolidação acadêmica do Serviço Social.
Neste viés, o espaço da instituição deve atuar de forma que direcione a massa de alunados ao campo de ensino-pesquisa-extensão, objetivando um ensino de qualidade, comprometimento ético de natureza e/ou contestadora, no qual o estudante adquira amadurecimento teórico e prático, desenvolvendo uma intelectualidade vinculada a produção do conhecimento, pesquisa, direcionando-o a um posicionamento estratégico cabendo a ele formular ações que trabalhem na perspectiva do valor central atribuído a liberdade fundada na ontologia do ser social tendo como pano de fundo os princípios fundamentais que regem a democracia, o pluralismo, ou seja, a formação profissional está imbricada ao projeto profissional, na perspectiva de processualizar uma construção de nível transformador, inovador, estratégico, criativo, de forma que efetive os projetos consolidando e aprofundando os eixos analíticos da profissão, bem como, a formação teórico, prático, político e em sentido largo e cultural, que é constitutivo de cada área.

COLETIVO DE ESTUDANTES DA REGIÃO VII.